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Cambridge Advanced Learner’s Dictionary – Third Edition

maio 23, 2010 Deixe um comentário

Um dos meus primeiros posts neste blog foi uma análise do dicionário Longman. Há algum tempo, contudo, venho usando também o dicionário de Cambridge. Nada mais justo do que fazer uma análise sobre este último também.

Antes de começar, é bom esclarecer que o dicionário de Cambridge não cobre apenas o inglês britânico, como seu nome pode levar a pensar. Assim como o Longman, o dicionário de Cambridge também vem com um CD que possui a pronúncia em voz de todas as palavras presentes no dicionário, tanto no inglês britânico quanto no americano. Neste quesito, contudo, eu considero a pronúncia do Longman mais nítida. É possível entender a de ambos os dicionários sem problemas, mas eu achei a pronúncia do Longman mais limpa (como se tivesse sido gravada com um equipamento mais profissional).

De uma maneira geral, em termos de verbetes, o dicionário de  Cambridge é bem mais completo que o Longman. Uma coisa que sentia falta no Longman, eram definições para palavras e expressões de baixo calão e de cunho sexual. No Longman, qualquer expressão e/ou palavra que tenha um sentido estritamente ofensivo/sexual não aparece no dicionário. No de Cambridge, contudo, elas estão todas presentes. Achei um pouco de infantilidade o fato do Longman não incluir tais verbetes. Apesar de ofensivos, eles fazem parte da língua e deveriam entrar no dicionário.

O dicionário de Cambridge é monolíngue, ou seja, tanto as palavras quanto as definições são mostradas apenas em inglês. Isso oferece vantagens e desvantagens. A grande vantagem é que isso força com que você mergulhe inteiramente sua mente na língua inglesa. A desvantagem é que não é possível fazer um mapeamento imediato de uma expressão do inglês para uma do português (e vice-versa), como o Longman faz.

No geral, o dicionário de Cambridge complementa o Longman (e vice-versa). Em 99% dos casos, o que você não encontra em um, encontra no outro. Pessoalmente, eu sempre consulto o Longman primeiro, pois sempre gosto de ouvir a pronúncia das palavras. E como eu disse na análise, eu achei as pronúncias do Longman um pouco melhores. Caso não encontre o que desejo no Longman, então vou para o Cambridge. Se fosse para escolher apenas um, eu, sinceramente, não saberia qual escolher. É uma decisão muito difícil. A principal vantagem do dicionário de Cambridge é a quantidade bem maior de verbetes. Já a principal vantagem do Longman é o mapeamento de expressões do Português para equivalentes do Inglês (e vice-versa). Os dois casos são pontos fortíssimos. Se você realmente optar por apenas um deles, fique sabendo que, qualquer que seja sua escolha, em algum momento você terá que consultar o outro. Eu sempre tenho ambos minimizados no meu PC, prontos para esclarecerem qualquer dúvida. ;)

Se o Longman é o melhor dicionário bilíngue que conheço, o Cambridge é, sem dúvida, o melhor monolíngue. Recomendado!

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There is always time for self-improvement

maio 16, 2010 Deixe um comentário

Really inspiring! :)

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FrancoClic – Curso online gratuito de francês

outubro 7, 2009 Deixe um comentário

francoClicEm homenagem ao ano da França no Brasil, o governo federal acabou criando inúmeros sites sobre os mais diversos assuntos relacionados à França e à cultura francesa. Dentre essa avalanche de material, um deles me chamou a atenção, o curso de francês online (e gratuito) FrancoClic.


O curso possui uma proposta moderna: ensinar as bases da língua francesa através não só de material escrito, como também de vídeos! (Sim, vídeos a lá realenglish). Contudo, basta começar a assistir aos vídeos para ficar decepcionado. Eu não consigo entender. O governo federal gasta tempo e dinheiro fazendo um curso online de qualidade para depois disponibilizá-los na Internet em uma qualidade de som e imagem precária?


Os vídeos se encontram numa qualidade tão baixa que até conexões discadas conseguem exibí-los em streaming (ok, também não é para tanto, mas chega bem perto disso), sem interrupção. O som então… Eu tenho uma dificuldade tremenda em ouvir até mesmo o que os personagens estão falando em português… É realmente lamentável. Tenho certeza absoluta de que os vídeos foram gravados numa qualidade MUITO melhor do que a disponibilizada.


Eu não estou pedindo nada em HD, mas sim, numa qualidade minimamente decente para que as pessoas possam realmente usufruir dos vídeos para o aprendizado da língua francesa. Do jeito que está, os vídeos mais atrapalham do que ajudam. Como eu disse anteriormente, é difícil até mesmo entender o que os personagens falam em português (minha língua nativa), quem le dera o francês (a língua que os vídeos propôem a ensinar).


A mesma história ocorre com o curso de inglês “Projovem English“, o qual tive o prazer de assistir todos os vídeos. O curso tinha algumas falhas (como alguns erros de pronúncia grotescos) mas, ainda sim, achei um excelente curso. Aprendi várias expressões que não conhecia além de outras dicas aqui e ali. Porém, o principal defeito do curso acaba sendo, novamente, a qualidade dos vídeos. Muito embora os vídeos do Projovem English estejam numa melhor qualidade (quando comparados aos do FrancoClic), eles não ficam muito longe dos vídeos do FrancoClic.


Venho há várias semanas (sem sucesso) tentando entrar em contato com alguém responsável pelo FrancoClic, para sugerir o upload dos arquivos em melhor qualidade. No site oficial, a única forma de contato disponibilizada é através do preenchimento de um formulário. Isso seria mais que suficiente para mim… se o formulário funcionasse! Já testei em vários computadores, em três navegadores diferentes (IE, Firefox e Opera) e 3 sistemas operacionais diferentes (Linux-Ubuntu, Windows XP e Windows Vista) e nada. O formulário simplesmente não funciona. No site também não há qualquer endereço de email ou telefone para contato. Tentei até checar o código fonte da página, para ver se eu encontrava alguma forma de fazer o formulário funcionar. Outra tentativa frustrada.


Cursos online de idiomas são excelentes alternativas que a Internet proporciona àqueles que não tem condições de pagar uma escola particular. A iniciativa do governo federal em fornecer esse curso de francês é realmente louvável. Porém, um descuido tão elementar como o cuidado com a qualidade dos vídeos é realmente frustrante.


Vou continuar tentando contactar alguém responsável pelo FrancoClic para informá-lo sobre a questão da qualidade do som e imagem dos vídeos. Caso você consiga ou saiba de algum contato, por favor, informe nos comentários. Não acho que seja impossível eles colocarem os vídeos em melhor qualidade. Mas, para isso, é necessário que alguém os avise. Conto com a ajuda de vocês.

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Análise: LONGMAN Dicionário Escolar Inglês-Português Português-Inglês

maio 21, 2009 1 comentário

Dictionary_CoverSem mais delongas, esse é o melhor dicionário bilíngue que eu já vi. Eu o uso TODO dia e poucas vezes me deixou na mão. Existem algumas características que fazem deste dicionário melhor que os outros. Aí vão algumas delas:

  1. Inclusão de um CD
  2. Como o próprio nome diz, é um dicionário feito exclusivamente para estudantes brasileiros.
  3. Expressões idiomáticas inclusas por todo o dicionário.
  4. Exemplos de uso em grande parte das palavras, especialmente verbos.

Comentários:

  1. O CD é realmente útil. Possui a pronúncia americana e britânica de todas as palavras que estão no dicionário. Também inclui exercícios gerais de compreensão oral e de leitura. Outro ponto positivo é que ele roda perfeitamente no Wine, ou seja, usuários Linux poderão usá-los sem problemas! Só por esse CD o dicionário já vale a pena.
  2. Você perceberá bem isso ao começar a usá-lo. Nesse sentido, o dicionário é praticamente perfeito. Veja mais no próximo item.
  3. Aqui é onde o dicionário mostra a que veio. Em nenhum outro lugar você irá encontrar um mapeamento tão bom entre expressões idiomátcas do português para o inglês (e vice-versa). Basta procurar a palavra chave e, em 95% dos casos, a expressão que você quer estará lá. Por exemplo, imagine que eu quero saber o equivalente inglês da expressão “Valeu a pena!”. Basta ir até a palavra “pena” e lá estará a expressão procurada “was worth it”. Pouquíssimas vezes o dicionário me deixou na mão quanto à essas expressões.
  4. Outro detalhe marcante é a boa dose de exemplos. Aqui, a proporção é bem menor, mas ainda sim, maior que a de outros dicionários.

É isso ae. Trabalho bem feito tem que ser comentado!

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Como dizer “mais ou menos” em inglês

maio 12, 2009 Deixe um comentário

Existem duas formas para expressarmos “mais ou menos” em inglês. Entre parênteses, está a pronúncia “aportuguesada”:

  1. So so (sou sou. Observe que NÃO é a mesma pronúncia da palavra “soul” (alma). Nesta última, estendemos o som do ‘o’. Ouça em www.thefreedictionary.com)
  2. More or less (mór ór léss)

Por exemplo:

Pergunta: Do you speak English?

Resposta 1: So so.

Resposta 2: More or less.

Ambas estão corretíssimas.  Pode confiar :D

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Blog: Viagem aos Estados Unidos

maio 11, 2009 Deixe um comentário
Big Sky

Big Sky

Para quem está pretendendo fazer intercâmbio no exterior, nada melhor do que entrar em blogs de pessoas que já passaram por essa experiência. Há vários, basta fazer uma busca na Internet. Porém, o melhor que já encontrei é este aqui:

http://www.viagemeua.blogspot.com/

Nele, o contador Renan conta sobre sua viagem à cidade de Big Sky (EUA). O que diferencia o blog do Renan dos demais desse estilo é a riquesa dos detalhes e a quantidade de informações realmente úteis. Ele descreve com precisão cada dia que passou lá, bem como alguns dias antes da viagem.

Cada post dele faz você literalmente se teleportar para Big Sky. Além disso, ele responde muitas perguntas de quem está querendo viajar para o exterior, especialmente pelo programa “Work and Travel” (o que ele utilizou).

Uma verdadeira pérola, difícil de encontrar nos buscadores pela Internet (apenas encontrei o site dele através de um link no Tecla Sap, www.teclasap.com.br). O blog é tão divertido e interessante que terminei de ler seus mais de 200 posts em apenas 2 dias :P

PS: Não deixe de conferir as histórias do Dan, o companheiro de quarto do Renan em Big Sky. É uma mais divertida que a outra.

Recomendadíssimo!!!

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Palavras mal traduzidas para o português 1: Vetor

maio 11, 2009 2 comentários

Hoje estou estreando a série “Palavras mal traduzidas para o português”. Enquanto se estuda computação (ou qualquer outra matéria, não necessariamente de tecnologia) acabamos percebendo como uma palavra, mal portada de uma língua para outra, pode atrapalhar o entendimento. Eu sempre encontro alguma, no que quer que eu esteja estudando.

A primeira delas é: Vetor (no contexto de programação)

EA Billboard

EA Billboard

Do inglês, “array” significa “coleção”, “conjunto de coisas”. Não tem nada a ver com os vetores da Matemática e da Física. Que jogue a primeira pedra quem nunca pensou num vetor da Matemática na primeira vez que ouviu isso nas primeiras aulas de programação. Essa é uma das coisas que fazem a pessoa demorar para entender o que realmente é um vetor em programação. Acredito que o uso da palavra “coleção” (ou mesmo “conjunto”), seria muito mais adequado e o entendimento do conceito seria muito mais rápido, senão imediato.

Então, já sabe. Da próxima vez que ouvir “coloque esses valores em um vetor”, pense “coloque esses valores numa coleção”. Parece que não, mas, quando você estuda algoritmos mais complicados por exemplo, esses detalhes facilitam (e muito) o entendimento.

Como dizer “foto 3×4″ em inglês

maio 2, 2009 Deixe um comentário

Há 2 formas:

1) 3×4 photo (lê-se “three by four photo”).
2) Wallet-size photo.

Nos EUA e Canadá é muito comum tirar essas fotos nas chamadas phonebooths, aquelas máquinas que você entra, senta no banco e ela tira cerca de 4 fotos 3×4 na hora.

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Vídeo aulas de inglês

abril 25, 2009 Deixe um comentário

Acredito que uma das melhores formas de aprender a falar e a ouvir corretamente em inglês (e em qualquer outra língua) seja por meio de vídeos. Porém, numa busca pela Internet, você acaba perdendo muita coisa interessante.

Pensando nisso, resolvi postar aqui os melhores vídeos ESL que já encontrei pela Internet. Todos eles são gratuitos!

1) Real English (www.real-english.com)

2) English 180 (http://www.youtube.com/user/english180)

3) EF Pod English (http://www.youtube.com/user/podEnglish)

4) Private English Portal (http://www.youtube.com/user/PrivateEnglishPortal)

5) The Teacher (http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/theteacher/)

6) English Baby (www.englishbaby.com)

7) English with Jennifer (http://www.youtube.com/user/JenniferESL)

8 ) Australia Network (http://australianetwork.com/learningenglish/)

9) ProJovem English (http://www.projovemurbano.gov.br/site/imprimir.php?tipo=Conteudos&codigo=54)

10) EngVid (http://www.engvid.com/)

Abaixo, uma breve descrição de cada um:

Real EnglishEste site fornece um acervo de mais de 80 vídeos para estudantes ESL (English as a Second Language). A maioria deles é ambientado nos EUA, mas existem alguns que foram feitos na Inglaterra e no Canadá também. O ponto forte desses vídeos é que eles cobrem exatamente como o inglês é falado por um nativo, ou seja, rápido e muitas vezes “comendo” palavras. Pode paracer difícil no início, mas depois que você pega o jeito, você verá que seu inglês melhorará 1000%. Outra característica interessante, geralmente ausente na maioria dos vídeos ESL, é o humor. Praticamente todos os vídeos tem algum momento realmente engraçado. Assista esse vídeo e você entenderá do que estou falando. Outro ponto positivo é que, até hoje, os vídeos recebem atualizações, como alguns segundos acrescentados (quem é fã desses vídeos, como eu, perceberá isso), novas legendas e figuras para auxiliar no aprendizado. Isso sem falar nos exercícios presentes em cada vídeo… Só assistindo mesmo para ver o quão bem feitos esses vídeos são. Obrigatório para todos que estejam aprendendo ou aperfeiçoando o inglês.

english180English 180: Uma séria de vídeos ambientados nos EUA. Todos os vídeos são apresentados por Andrés Moreno. A performance dele é excelente, em todos os vídeos. Um ponto positivo é que ele fala rápido e, ao mesmo tempo, corretamente, tornando o uso desses vídeos ideal para quem está no nível intermediário. O único ponto fraco é que existem apenas 6 vídeos… Porém, a quantidade de coisas que você aprende em cada um deles é enorme. Ótima edição e qualidade de imagem, fazem desses vídeos uma parada obrigatória também.

podenglishEF Pod English: Essa série tem como ponto alto a quantidade de vídeos (80, quase a mesma quantidade do Real English). No início, a impressão que temos é que somente o sotaque britânico será coberto. Mas, conforme você assiste aos vídeos, verá que isso não é verdade. Ainda sim, o inglês britânico predomina. Pode parecer frustrante mas não é, pois eles falam bem corretamente. O ponto fraco é a ausência de legendas, fazendo com que muitas vezes, a única forma de descobrir o que um determinado personagem falou é perguntando para algum amigo nativo na língua inglêsa. Como ponto forte temos o humor e a boa edição. Obrigatório também :)

stevepepNesse portal, o canadense Steve responde à uma série de perguntas feitas por estudantes de todo o mundo. O problema desses vídeos é que Steve fala MUITO devagar. Isso pode parecer bom à primeira vista, mas com o tempo você perceberá que isso não funciona. É preciso se acostumar com a velocidade normal que um nativo fala desde o começo. Contudo, vale a pena pois ele esclarece excelentes dúvidas. Outro ponto positivo é a adição contínua de vídeos, ou seja, regularmente novos vídeos são feitos, o que torna este um portal obrigatório para se ter nos favoritos.

theteacherThe Teacher: Esse “professor” britânico se propõe à ensinar expressões idiomáticas comuns do inglês. Nesse sentido, os vídeos cumprem o que prometem. Porém, o excesso de  “humor britânico” acaba estragando alguns vídeos. Assim como o Private English Portal, de tempos em tempos, novos vídeos são adicionados. Ah, acho que nem preciso dizer, mas é o inglês britânico (BBC), claro.

Para se ter acesso aos vídeos deste site, é necessário fazer um cadastro. Gratuito, claro . O seu acervo conta com vários tipos de vídeos: soap operas, entrevistas, viagens, gincanas… Porém, a maioria dos vídeos são soap operas. O que é muito ruim, pois a maioria é sem graça, tem um som mal editado… Talvez tenha me acostumado mal com os vídeos do Real English :P . Em todo caso, vale a pena pelos outros tipos de vídeos, especialmente as gincanas e as viagens. Outro ponto positivo é que eles falam bem rápido e totalmente errado (leia-se “comendo palavras”), o que ajuda a realmente treinar o ouvido.

Espero que tenham gostado. Caso alguém conheça algum outro, por favor, envie para mim para que eu possa atualizar esta página. Darei os devidos créditos, claro. :D

Updates:

JenniferProcurando algum vídeo que pudesse sanar de vez a minha dúvida entre as pronúncias de “can” e “can’t”, acabei encontrando outra excelente série de vídeos: English with Jennifer, feitos pela americana Jennifer Recio Lebedev. Neles, você encontra de tudo: erros mais comuns ao escrever um texto, como pronunciar corretamente uma palavra/frase (não deixe de ver o vídeo sobre “can” e “can’t”, é excelente!), dicas gerais, vocabulário…. Tem realmente muita coisa. Uma pena que só encontrei esta série agora. Eu teria poupado muito tempo de estudo da língua inglesa se tivesse descoberto estes vídeos antes. Belo trabalho Jennifer!

O portal dessa rede de TV australiana conta com uma seção dedicada exclusivamente para estudantes da língua inglesa (bem parecido com o portal da BBC). O acervo de vídeos é enorme, o maior dentre todos os outros aqui presentes. Há vídeos para os mais variados níveis, desde alguns bem básicos ensinado cores, cumprimentos… até alguns muitos interessantes de cultura geral (veja esse vídeo sobre o jogo Banco Imobiliário (“Monopoly” em inglês):  http://australianetwork.com/englishbites/ep015.htm). Todos os vídeos são muito bem editados. Percebe-se claramente uma preocupação em manter o som o mais claro possível (sem ruídos) em todos os vídeos. Organização impecável, excelente edição e uma bela coletânea de vídeos, fazem esse um portal tão obrigatório quanto o Real English! Ah, como você provavelmente já deve ter desconfiado, é tudo em inglês Australiano/Neo Zelandês. Com certeza, um dos meus melhores achados!

Essa série de vídeos, feita pelo governo federal, tem como público alvo alunos que estão começando o estudo da língua inglesa. Apesar disso, aqueles que estiverem em níveis mais avançados também aprenderão algo novo. O esquema é basicamente como no podEnglish: um vídeo de cerca de 5 minutos é exibido e, no restante do programa, esse vídeo é destrinchado. A diferença é que, aqui, todos os personagens que falam inglês são brasileiros. Eu assisti toda a séria há cerca de 2 anos atrás. Lembro que havia detectado muitos erros de pronúncia, mas apenas alguns poucos grotescos. Lembro que disseram que “by foot” era correto (e não “on foot”). Lembro também que disseram que deve-se usar o artigo “a” com ‘n’ (an) quando a próxima palavra começar com uma vogal. A regra correta não é essa. Deve-se usar “an” quando a próxima palavra iniciar com som de vogal. Na minha opinião, deveriam ter tido mais cuidado com relação à esses erros…

Apesar de tudo, os erros presentes não chegam a atrapalhar a qualidade do restante do material. É com iniciativas dessas que descobrimos que ainda existem pessoas preocupadas com a educação no país. Acho que toda escola de ensino fundamental e médio deveria passar esses vídeos. Acredito que os alunos ficariam muito mais incentivados com as aulas de inglês dessa forma.

PS: Não deixe de ver o “pagode do alfabeto inglês” em um dos vídeos! Nunca mais esqueci a pronúncia correta das letras do alfabeto após ouvir essa música! =)

Esse portal oferece vídeo-aulas sobre os mais diversos assuntos: gramática, expressões idiomáticas, gírias… As aulas são ministradas por 5 professores, o que é excelente pois isso ajuda a acostumar o ouvido com as mais diversas entonações da língua. Os vídeos são muito parecidos com aulas ministradas em escolas particulares de inglês. Em todos eles os professores vão explicando o conteúdo e colocando os pontos mais importantes na lousa, exatamente como numa sala de aula. Com um acervo total de 140 vídeos (!) este é outro portal obrigatório para qualquer aprendiz da língua inglesa.

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Como dizer “refrigerante” em inglês

abril 18, 2009 Deixe um comentário

Basicamente, existem 4 maneiras (entre parênteses está a pronúncia em uma linguagem “aportuguesada”):

1) Pop (póp)
2) Soda (sôuda)
3) Soft drink (sóftdrink)
4) Soda pop (sôuda póp)

Das 4, as duas primeiras são de longe as mais usadas. No caso dos EUA, se você se encontra na parte oeste (Utah, California…) o mais comum é “pop”. Na parte leste (New York, Washington D.C., …) o mais comum é “soda”. É claro que existem excecões, como Chicago onde se fala pop.

Você deve estar se perguntando: e a “soda brasileira”? Neste caso, você pode falar “soda water”. Simples não?

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