Quotes – VII

agosto 8, 2010 Deixe um comentário

“O paulistano defende-se do transporte público ruim comprando um carro. Assim como ele se defende da saúde pública ruim pagando um seguro saúde. Da educação pública de 1º e 2º graus ruim, se puder ele vai pagar uma escola privada pro seu filho. Da segurança pública ruim, ele vai por uma guarita na porta do prédio e assim vai.” – Paulo Saldiva, Sociedade do Automóvel

“The paulistano (a person who was born in the city of São Paulo) defends himself from the bad public transportation by buying a car. Just like he defends himself from the bad public heath care by paying a private heath care plan. From the bad elementary and high school systems, he’ll pay a private school for your children. From the bad public security, he’ll put a guardhouse in front of his building and so on.” – Paulo Saldiva, Sociedade do Automóvel (Automobile Society)

Frase perfeita! Apenas tiraria a palavra “paulistano” e a substituiria por “brasileiro”.

Perfect sentence! I would just change the word “paulistano” for “brazilian”.

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Categorias:Quotes

Great definitions – Callback Function

junho 21, 2010 Deixe um comentário

“A callback is a function that is passed as an argument to another function and is executed after its parent function has completed. The special thing about a callback is that functions that appear after the “parent” can execute before the callback executes.”

Source: http://docs.jquery.com/How_jQuery_Works

Quotes – VI

junho 19, 2010 Deixe um comentário

“Patriotism, weapons, armies, navy… all that is a sign that we are not civilized yet.” – Jacque Fresco

“Patriotismo, armas, exércitos, marinha… tudo isso é um sinal de que ainda não somos civilizados.” – Jacque Fresco

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Violin master

junho 19, 2010 Deixe um comentário

Just when I think I’ve already seen everything…

😛

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Save The Whales NOW

junho 18, 2010 Deixe um comentário
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O RAPPA – O que sobrou do céu

junho 7, 2010 Deixe um comentário
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Você sabe o que é Ciência da Computação?

junho 7, 2010 Deixe um comentário

EC: Engenharia da Computação

CC: Ciência da Computação

Sou um dos chateados por entrar em uma faculdade de Ciência da Computação (sabendo o que ia encontrar) e perceber que a maioria esmagadora dos alunos não faziam idéia sobre o que se tratava o curso. Vou exemplificar com uma fala de um ex-aluno da minha turma. Um belo dia ele chegou pra mim e disse: “Tiago, eu achei que na faculdade iríamos aprender Photoshop, CorelDraw, AutoCAD…”. Não me entendam mal, eu acho legal saber mexer nesses programas. Agora, uma pessoa entrar em um curso de CC/EC achando que vai estudar isso é demais. É como se uma pessoa entrasse em um curso de engenharia aeronáutica achando que vai se tornar piloto e não engenheiro(a). São aqueles que pegam a lista de cursos, vêem “Computação” no nome e pensam: “Opa! Eu gosto de mexer em computadores. Achei meu curso!”. Não perdem 1 minuto sequer para procurar mais informações sobre o mesmo na Internet. Tenho certeza de que todos os usuários de computadores são capazes de achar, por exemplo, esta excelente definição da Wikipédia sobre o que é Ciência da Computação.

Outra coisa revoltante é quando entra a parte matemática e as demonstrações nas aulas. É só um professor querer demonstrar algum resultado para algum aluno começar: “Ah, nem precisa provar ‘fessor’. Já sabemos que funciona!”, “Provar é coisa pro curso de Matemática. Só precisamos saber usar.”, dentre outras pérolas. E o pior é que, na maioria dos casos, os professores atendem aos pedidos desses alunos. Isso é o que mais revolta. A maioria dos estudantes não querem entender como as coisas funcionam, basta que funcionem. Querem apenas decorar comandos no Linux, para depois mostrar sua “habilidade” no terminal em frente aos amigos. É por causa de pensamentos assim que o Brasil não possui tecnologia para, por exemplo, fazer circuitos integrados.

Hoje eu me orgulho de conseguir provar a corretude de um algoritmo de PD por indução, de conseguir programar sem gambiarras, de projetar um banco de dados seguindo os padrões das formas normais, de fazer sistemas decentes seguindo bem os princípios da orientação à objetos… Coisas que a maioria desses alunos que se acham os grandes espertos, querendo apenas que as coisas “funssionem”, estão a anos luz de conseguirem. Isso é realmente triste. Eu gostaria de ver mais pessoas fazendo projetos decentes de sistemas, gostaria de ver os alunos preocupados com uma prova matemática do porquê um algoritmo funciona, gostaria que eles não menosprezassem os padrões de desenvolvimentos de sistemas, etc.

Mas o pior mesmo é a população que não entende o que é um curso de Ciência da Computação/Engenharia de Computação. São aqueles que, sempre que ocorre algum problema em seus computadores, chamam você e falam: “Hey, você estudou Ciência da Computação, né? Então deve saber o que está acontecendo aqui no meu Windows…”. Acreditam que você é um técnico de informática. E se você não consegue resolver o problema em 15 segundos, tendo que procurar um pouco sobre o erro na Internet, eles já olham para você com um ar de desprezo.

Acho isso engraçado. As pessoas aceitam que um médico, somente olhando para a sua cara, não conseguirá te diagnosticar. É preciso realizar alguns exames com base nos sintomas apresentados pelo paciente. E, caso não se descubra o problema, novos exames são necessários. Toda a sociedade aceita isso. Porém, um profissional de computação, na visão de algumas pessoas, precisa ter alguma espécie de poder metafísico. É preciso olhar para o monitor e saber imediatamente o que está acontecendo, caso contrário (na visão deles) você não é um bom profissional.

“Ciência da computação tem tanto a ver com computadores como a Astronomia com o telescópio, a Biologia com o microscópio, ou a Química com os tubos de ensaio. A Ciência não estuda ferramentas, mas o que fazemos e o que descobrimos com elas.” – Edsger W. Dijkstra

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