Animal testing – Bright Eyes

junho 3, 2010 Deixe um comentário
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Quotes – V

maio 31, 2010 Deixe um comentário

“Watching Earthlings is the greatest gift I have ever received. I cannot believe how ignorant I have been in the past.” – Bryce Dallas Howard, actress

“Assistir Earthlings foi o melhor presente que já recebi na vida. Não consigo acreditar no quanto fui ignorante no passado.” – Bryce Dallas Howard, atriz

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Documentário – Ônibus 174

maio 31, 2010 Deixe um comentário

Do mesmo diretor de Tropa de Elite, Ônibus 174 é mais uma obra prima de José Padilha. O documentário concentra-se em mostrar a vida de Sandro Dias do Nascimento, o jovem que sequestrou um ônibus na zona sul do Rio de Janeiro, em julho de 2000.

Assim como boa parte dos brasileiros, há alguns anos atrás eu tinha a opinião de que a solução era exterminar os Sandros, fazendo “um limpa” na cidade (e no Brasil). Hoje, minha opinião é outra. E é exatamente esse outro lado da moeda que Ônibus 174 foca. Frases como: “Tem que matar mesmo!”, “Tem que fazer um limpa na cidade.”, “Bandido bom é bandido morto.”… fazem parte da revolta diária dos brasileiros para com a violência de seu país.

Contudo, acho fácil para um brasileiro classe média (ou alta) típico, que nunca pisou numa favela, nunca passou fome e sempre morou em uma habitação digna, falar algo assim. Aposto que se esse mesmo brasileiro viesse a morar 1 mês em uma favela (ou na rua), também começaria a roubar e a cometer crimes. Não aguentaria a pressão e a miséria de um lugar desses. Mas poucos pensam assim. Preferem achar que favelados (ou moradores de rua) não estão trabalhando porque são vagabundos (ou porque recebem o Bolsa Família do governo, este, um dos argumentos mais ignorantes que já ouvi), porque acham mais fácil roubar, porque entrar para o tráfico gera muito mais lucro e blablabla… toda a ladainha que jornais, telejornais e opinião popular tentam (e conseguem) colocar em nossas mentes diariamente.

Agora eu lhe pergunto: com mais de 10 anos vivendo em condições subumanas (como a de milhões de brasileiros), você também não se revoltaria? Não estaria cometendo crimes tão (ou até mais) bárbaros como esse sequestro? Se você não for hipócrita, tenho certeza de que a resposta é sim. No entanto, as pessoas preferem olhar para o lado mais fácil, inflamado apenas com o conhecimento da cena presente do seqüestro do ônibus.

Vejam bem, eu não estou dizendo que o que o Sandro fez é certo. É errado, sem dúvida. O que eu quero dizer é que os brasileiros assistem à um episódio desses tal como assistem à um filme de Hollywood. Identificam o vilão (Sandro), os mocinhos (todos as outras pessoal envolvidas na situação) e, tal como nos filmes, querem apenas o extermínio do vilão. Não percebem que esse tipo de pensamento é apenas uma solução de curto prazo. É apenas questão de tempo para que outros episódios como esses ocorram novamente no Brasil.

Apesar disso, após assistir à película, alguns ainda vão dizer que Ônibus 174 é mais um documentário que tenta transformar bandido em herói. Não acredito nisso. Ele apenas vai mais a fundo na questão da violência, tentando achar razões mais profundas sobre todo o processo que faz uma pessoa chegar ao ponto em que Sandro chegou. Aliás, José Padilha sempre procura ser o mais imparcial possível. No documentário temos entrevistas com as vítimas do ônibus, ex-moradores de rua, policiais do Bope, repórteres, bandidos, presidiários, carcereiros e muitos outros. Todos eles envolvidos diretamente com a vida de Sandro.

José Padilha foi taxado como uma pessoa de esquerda ao lançar Ônibus 174. Curiosamente, ao lançar Tropa de Elite, essa condecoração se inverteu, fazendo-o ser taxado de direita. Isso mostra que o diretor produz filmes/documentários conforme lhe convém, não deixando que a opinião alheia o influencie. E espero que continue assim. Fica aqui meus parabéns para ele, um diretor que teve a coragem de fugir dos estereótipos criados no país.

Um documentário de alta qualidade, imparcial e moderno. Obrigatório para todos os brasileiros.

“Esse Sandro é um exemplo dos meninos invisíveis que eventualmente emergem e tomam a cena, e nos confrontam com a sua violência, que é um grito desesperado, um grito impotente.” – Ônibus 174

“A imprensa contou todas as histórias. A dos reféns. A do capitão. A dos atiradores. De todo mundo, menos a de Sandro.” – Trailer do filme Última Parada 174

“Sandro é o seqüestrador do ônibus, mas é também o retrato de um país que não liga para seu povo, que não oferece escolha entre o bem e o mal, e que gera monstros.” – Luana Espeschit (http://www.ezine.jor.br/jrm7a/luanaespeschit/index.htm)

“(…) E quanto à famosa pergunta “de quem é a culpa?”, tenho a dizer que a culpa é de cada fragmento adulterado e absorvido pelas entranhas de uma sociedade malfadada, formada por uma receita com centenas de ingredientes que, combinados, resultam no nada em que estamos vivendo. Uma época vazia, banal, resignada, ofuscada pela “coisificação” que apoderou-se (ou foi usurpada) das nossas almas. O que tanto procuramos? O que tanto queremos? Coisas? E pessoas? E pessoas que não tenham coisa alguma, você quer? Eu também não, confesso. Pois assim como eu, você, sua família, seus amigos, todos nós enfim estamos contaminados pelas coisas e seu fascínio desprovido de querer, apenas satisfazendo nossos “Narcisos interiores”, enquanto uma não-perspectiva paralela vai tomando corpo, até que nos atinge, cospe em nós nosso próprio veneno. (…) É assim que a natureza age, é assim que ela devolve nossa desventurada alienação. Parabéns ao realizador deste documentário.” – Eduardo Marsola (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“BRILHANTE! (…) O “ser” humano carece de condições mínimas de auto-estruturação. Sandro também foi vítima de um sistema. O senso-comum nem aceita discutir esta ótica…Mas é justamente por aí que é necessário se começar. Ninguém nasce delinqüente ou assassino… Ninguém.” – Octávio Fernandes (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“Esse documentário nos mostra a triste realidade de muitas crianças brasileiras que diferentemente do que nosso senso comum e nossa visão distorcida são apenas crianças que necessitam de amor, proteção e carinho como nossos filhos. Li um critica que fala que o documentário transformar um bandido em herói não acredito nisso, em nenhum momento mostra-se o Sandro como herói, mas mostra sua vida e as razões que o levaram ao mundo do crime e a vontade que mudar, de ter uma oportunidade que nunca chegou até ele. Ao pensarmos na violência, no criminoso vemos que tudo está ligado a questão social e que senão mudarmos e pararmos de achar que matar resolve o problema vamos apenas animalizar cada vez mais essas pessoas excluídas e nos tornar animais também. Tão animalescos que tentamos linchar e aceitamos que policiais matem, que noção de justiça é essa? Ao ver o filme tive a convicção de que a maior vitima foi o Sandro que teve um vida marcada por violência e não lhe foi apresentadas outras escolhas, outras formas de sobreviver.” – Danile Lopesa (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“O documentário mostra a realidade de indeferença e exclusão que a sociedade brasileira impõe aos cidadãos mais pobres. Sem sensacionalismo, a abordagem atinge e emociona a todos os que assitem e possibilta momento importante de reflexão.” – Fernando Galvão (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“(…) tudo o que a sociedade fez com sandro o mesmo quis retribuir a sociedade que foi violência, falta de respeito, sem o direito de ir e vir, tirado brutalmente do convívio de seus familiares, sendo desprezados por muitos, enfim eu como estudante que sou, queria muito que a nossa sociedade parasse de colocar grades em suas casas para se protejer do que nos mesmos provocamos a eterna desigualdade social.” – Izabella Raymundo Barreto Alvesa (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“Ônibus 174 não é apenas um filme documentário, é acima de tudo a realidade que não queremos ver. Sandro, o bandido da história, não matou apenas uma jovem inocente, mas a crença da cordialidade brasileira. Nossa sociedade, principalmente das grandes cidades, cada vez olha menos para a miséria que está do lado, com isso fica todo dia mais próxima da violência que surge da nossa incapacidade de visualizar o que pode ser visto tão perto, a solidariedade.” – Alexandre Simões (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“O doc. é estarrecedor! Como cidadão, me senti inútil; como ser humano, um estúpido! (…) Padilha consegue mostrar que aquele “monstro”, foi fruto de nós mesmos… uma sociedade excludente desprovida de afeto humano, capaz de exaurir de um garoto o “sentido” da existência e de sociedade.” – Aleida Chomskya (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)

“Os direitos sociais dos cidadões não são respeitados, e isso é o que transforma os SANDROS em deliguentes de alta periculosidade. Com certeza se Sandro estivesse tido a oportudade de ter seus direitos garantidos, como um ser-humano e não ter sido tratado como um animal, incluido em todos os preconceitos sociais, o resultado não teria sido este tão trágico. Muitas vezes nós mesmos não queremos ver oque a realidade nos mostra, achamos que o problema não é conosco e não damos importância, a menos que aconteça com alguém proximo a nós. Documentários como este serve para que nos reflitamos que somos parte integrante da sociedade e que devemos tratar nosso próximo com respeito, ás vezes uma palavra, uma atenção, pode mudar a vida de uma pessoas.” – Solange Lima (http://www.adorocinema.com/filmes/onibus-174)


Lost – The Series Finale

maio 29, 2010 Deixe um comentário

Last week I watched the last episode of Lost. Unfortunately, in my opinion, it was a total disappointment.

The producers simply threw ALL the previous seasons into the garbage. If you watch the first episode of Lost (yes, the one from the first season) and then jump right into the last season, you will be able to understand pretty much everything created in this banal 6th season. I was amazed how the producers were able to turn such an awesome series into a peace of trash. 😦

Anyway, I will always remember the fantastic moments of the 3 first seasons. They were simply amazing. The mind games of Ben and Sawyer, the rivalry between Jack (man of science) and Locke (man of faith), the button, the Dharma Initiative and its orientation films, all the memorable flashbacks…

I can say that what happened to Lost was the same thing that happened to the Matrix trilogy. The first movie was simply magnificent (for me, the best sci-fi movie ever created). The continuations, however, got completely lost. Nevertheless, that doesn’t take away the brightness of the first movie. The exact same thing happened to Lost. The first 3 seasons were amazing, but the continuations were pathetic.

If you didn’t watch any Lost episode, I still recommend you to watch the first 3 seasons. There are some human lessons you will carry throughout your entire life. What about the last 3 seasons? Just delete them from your mind and pretend they never existed. That simple. The ending of the third season was, by far, the best ending of the whole series. You just have to imagine what happens next. Trust me, whatever you come up with, it will be thousands of times better than the producer’s ending.

After six years watching Lost, if you, like me, is upset with its finale, don’t worry. Just watch these 3 really funny videos about it. I’m sorry you’ll forget the dreadful ending after that!

  • “Some” of the mysteries that weren’t explained (with spoilers):

😛

  • A much better Series Finale (with spoilers):

😛 😛

  • And last, but not least, the Hitler’s opinion about the ending of Lost (with spoilers):

😛 😛 😛

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Os paralamas do sucesso – Aonde quer que eu vá

maio 26, 2010 Deixe um comentário
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Pink Floyd – Another Brick In The Wall

maio 23, 2010 Deixe um comentário
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Cambridge Advanced Learner’s Dictionary – Third Edition

maio 23, 2010 Deixe um comentário

Um dos meus primeiros posts neste blog foi uma análise do dicionário Longman. Há algum tempo, contudo, venho usando também o dicionário de Cambridge. Nada mais justo do que fazer uma análise sobre este último também.

Antes de começar, é bom esclarecer que o dicionário de Cambridge não cobre apenas o inglês britânico, como seu nome pode levar a pensar. Assim como o Longman, o dicionário de Cambridge também vem com um CD que possui a pronúncia em voz de todas as palavras presentes no dicionário, tanto no inglês britânico quanto no americano. Neste quesito, contudo, eu considero a pronúncia do Longman mais nítida. É possível entender a de ambos os dicionários sem problemas, mas eu achei a pronúncia do Longman mais limpa (como se tivesse sido gravada com um equipamento mais profissional).

De uma maneira geral, em termos de verbetes, o dicionário de  Cambridge é bem mais completo que o Longman. Uma coisa que sentia falta no Longman, eram definições para palavras e expressões de baixo calão e de cunho sexual. No Longman, qualquer expressão e/ou palavra que tenha um sentido estritamente ofensivo/sexual não aparece no dicionário. No de Cambridge, contudo, elas estão todas presentes. Achei um pouco de infantilidade o fato do Longman não incluir tais verbetes. Apesar de ofensivos, eles fazem parte da língua e deveriam entrar no dicionário.

O dicionário de Cambridge é monolíngue, ou seja, tanto as palavras quanto as definições são mostradas apenas em inglês. Isso oferece vantagens e desvantagens. A grande vantagem é que isso força com que você mergulhe inteiramente sua mente na língua inglesa. A desvantagem é que não é possível fazer um mapeamento imediato de uma expressão do inglês para uma do português (e vice-versa), como o Longman faz.

No geral, o dicionário de Cambridge complementa o Longman (e vice-versa). Em 99% dos casos, o que você não encontra em um, encontra no outro. Pessoalmente, eu sempre consulto o Longman primeiro, pois sempre gosto de ouvir a pronúncia das palavras. E como eu disse na análise, eu achei as pronúncias do Longman um pouco melhores. Caso não encontre o que desejo no Longman, então vou para o Cambridge. Se fosse para escolher apenas um, eu, sinceramente, não saberia qual escolher. É uma decisão muito difícil. A principal vantagem do dicionário de Cambridge é a quantidade bem maior de verbetes. Já a principal vantagem do Longman é o mapeamento de expressões do Português para equivalentes do Inglês (e vice-versa). Os dois casos são pontos fortíssimos. Se você realmente optar por apenas um deles, fique sabendo que, qualquer que seja sua escolha, em algum momento você terá que consultar o outro. Eu sempre tenho ambos minimizados no meu PC, prontos para esclarecerem qualquer dúvida. 😉

Se o Longman é o melhor dicionário bilíngue que conheço, o Cambridge é, sem dúvida, o melhor monolíngue. Recomendado!

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